Oii,
Eu só vim dar uma satisfação por que não postei nada hoje. Eu tentei fazer um video, e fiz, o problema é que meu servidor está muito lento e não conseguiu exportar o vídeo em questão.
Mas, eu prometo, amanhã farei 3 posts para compensar.
Aguardem ;D
Esse blog faz parte do concurso Coletânea Jovem FB do colégio Farias Brito. O tema é "Uma canção para Cecília."
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Cecília Meireles- Cronista e Jornalista
Olá,
Eu procurei o significado de Crônica na internet, eis o que achei: "Na literatura e no jornalismo, uma crônica é uma narração curta, produzida essencialmente para ser veiculada na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas páginas de um jornal." ( Wikipédia) Sendo assim, não posso falar da Cecília cronista, sem falar da jornalista ao mesmo tempo.
A primeira contribuição de Cecilia Meireles para um jornal foi em 1930, para o jornal Diário de Notícias. Depois disso ela foi para o jornal A Manhã e a revista o Observador Economico, ela ainda passou pela A Nação,onde foi proibida de falar de política.
Suas crônicas era críticas, vanguardistas e em sua maioria sobre educação e política. Fazia críticas abertas a Getúlio Vargas, presidente da época, chegando a chamá-lo de Sr.Ditador. Por causa disso e de suas outras crônicas a favor da massificação da educação e da educação laica foi perseguida pelo Presidente e pela Igreja Católica.
Depois de 2.500 cronicas, terminou sua carreira jornalística em 1960, no Jornal a Folha de São Paulo.
Se quiser ler uma crônica dela, clique em Mais Informações;)
Beijos,
Ana
Fonte: Monografias.com, artigo de Cladismari Zambon de Moraes.
Eu procurei o significado de Crônica na internet, eis o que achei: "Na literatura e no jornalismo, uma crônica é uma narração curta, produzida essencialmente para ser veiculada na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas páginas de um jornal." ( Wikipédia) Sendo assim, não posso falar da Cecília cronista, sem falar da jornalista ao mesmo tempo.
A primeira contribuição de Cecilia Meireles para um jornal foi em 1930, para o jornal Diário de Notícias. Depois disso ela foi para o jornal A Manhã e a revista o Observador Economico, ela ainda passou pela A Nação,onde foi proibida de falar de política.
Suas crônicas era críticas, vanguardistas e em sua maioria sobre educação e política. Fazia críticas abertas a Getúlio Vargas, presidente da época, chegando a chamá-lo de Sr.Ditador. Por causa disso e de suas outras crônicas a favor da massificação da educação e da educação laica foi perseguida pelo Presidente e pela Igreja Católica.
Depois de 2.500 cronicas, terminou sua carreira jornalística em 1960, no Jornal a Folha de São Paulo.
Se quiser ler uma crônica dela, clique em Mais Informações;)
Beijos,
Ana
Fonte: Monografias.com, artigo de Cladismari Zambon de Moraes.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Biografia
Olá,
Eu estava lendo um dos livros da Cecília Meireles e me deparei com esse poema:
Biografia.
Escreverás meu nome com todas as letras,
com todas as datas
-e não serei eu
Repetirás o que me ouviste
o que leste de mim, e mostrarás meu retrato
- e nada disso serei eu
Dirás coisas imaginárias,
invenções sutis, engenhosas teorias
- e continuarei ausente
Somos uma difícil unidade,
de muitos instantes mínimos
-isso seria eu
Mil fragmentos somos, em jogo misterioso,
aproximamo-nos e afastamo-nos, eternamente.
-Como poderão encontrar?
Novos e antigos todos os dias,
transparentes e opacos, segundo o giro da luz
- nós mesmos nos procuramos
E por entre as circunstancias fluímos,
leves e livres como a cascata pelas pedras.
- Que mortal poderia nos prender?
Quando nós interpretamos ele, percebemos que Cecilia era, de certa forma, contra as biografias. Uma pessoa não pode contar a história da outra, tentar resumir sua vida em 15 linhas ou mesmo em um livro. Então eu não vou fazer uma biografia propriamente dita aqui. Eu vou falar da Cecilia em partes, da Cecília poetisa, jornalista, cronista e educadora. E vou postar suas poesias, porque acho que o melhor caminho para conhecermos um poeta é lendo o que ele escreve, ele estará contido ali.
Espero que vocês gostem ;D
Ana
PS:Se quiserem saber da história cronológica da Cecília Meireles, tem uma list de links ao lado.
Eu estava lendo um dos livros da Cecília Meireles e me deparei com esse poema:
Biografia.
Escreverás meu nome com todas as letras,
com todas as datas
-e não serei eu
Repetirás o que me ouviste
o que leste de mim, e mostrarás meu retrato
- e nada disso serei eu
Dirás coisas imaginárias,
invenções sutis, engenhosas teorias
- e continuarei ausente
Somos uma difícil unidade,
de muitos instantes mínimos
-isso seria eu
Mil fragmentos somos, em jogo misterioso,
aproximamo-nos e afastamo-nos, eternamente.
-Como poderão encontrar?
Novos e antigos todos os dias,
transparentes e opacos, segundo o giro da luz
- nós mesmos nos procuramos
E por entre as circunstancias fluímos,
leves e livres como a cascata pelas pedras.
- Que mortal poderia nos prender?
Quando nós interpretamos ele, percebemos que Cecilia era, de certa forma, contra as biografias. Uma pessoa não pode contar a história da outra, tentar resumir sua vida em 15 linhas ou mesmo em um livro. Então eu não vou fazer uma biografia propriamente dita aqui. Eu vou falar da Cecilia em partes, da Cecília poetisa, jornalista, cronista e educadora. E vou postar suas poesias, porque acho que o melhor caminho para conhecermos um poeta é lendo o que ele escreve, ele estará contido ali.
Espero que vocês gostem ;D
Ana
PS:Se quiserem saber da história cronológica da Cecília Meireles, tem uma list de links ao lado.
domingo, 28 de agosto de 2011
Olá
Oi,
Eu resolvi começar o blog com a minha poesia favorita da Cecília Meireles. Eu não sei dizer o porquê dela ser minha favorita, acho que a dor da noiva, é tão palpável, tão real que me comoveu. Espero que vocês gostem:
Lamento da Noiva Do Soldado
Como posso ficar nessa casa perdida,
neste mundo da noite,
sem ti?
Ontem falava tua boca à minha boca...
E agora o que farei,
sem saber mais de ti?
Pesavam que eu vivesse por meu corpo e minha alma!
Todos os olhos são cegos... Eu vivia
unicamente de ti!
Teus olhos, que me viram, como podem ser fechados?
Aonde foste, que não me chamas, não me pedes
como serei agora sem ti?
Cai neve nos teus pés, no teu peito, no teu
coração... Longe e solitário... Neve, neve...
E eu fervo em lágrimas, aqui!
Beijos,
Assinar:
Comentários (Atom)
